Mãe muda de ideia e doa rim para que filho tenha vida normal
Portador de uma síndrome que impede seu crescimento e desenvolvimento, o menino Luan Magalhães, 9, passou, na tarde desta quarta-feira (3), pelo transplante de rim que poderá dar a ele uma vida normal. A doadora foi a própria mãe do garoto, que cedeu um de seus dois órgãos para que a operação fosse realizada. Segundo o Hospital da Criança de São José do Rio Preto (440 km de São Paulo), onde o procedimento foi realizado, ambos passam bem.
O transplante foi o primeiro do tipo intervivos realizado na instituição. A cirurgia durou aproximadamente cinco horas e envolveu uma equipe de 20 profissionais da área médica. Após o procedimento, no qual o rim direito foi implantado no corpo do menino, Luan foi encaminhado à Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital, onde deve permanecer por pelo menos três dias. Já a mãe, Kenia Shirley Marques Magalhães, 34, foi enviada para o quarto.
O nefrologista Rodrigo José Ramalho, que acompanha o menino desde sua internação, afirma que o transplante permitirá que Luan tenha uma vida mais próxima da normalidade. "O risco de ele ter rejeição existe, mas as chances são pequenas, sobretudo porque recebeu o órgão da mãe. Como ainda é criança, o rim vai se adaptar ao organismo", explica o nefrologista. "A mãe também será acompanhada pela equipe da nefrologia, já que estará com um único rim no corpo e não poderá ter qualquer problema renal", completa Ramalho.
Fonte: BOL.UOL.COM.BR
O transplante foi o primeiro do tipo intervivos realizado na instituição. A cirurgia durou aproximadamente cinco horas e envolveu uma equipe de 20 profissionais da área médica. Após o procedimento, no qual o rim direito foi implantado no corpo do menino, Luan foi encaminhado à Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital, onde deve permanecer por pelo menos três dias. Já a mãe, Kenia Shirley Marques Magalhães, 34, foi enviada para o quarto.
O nefrologista Rodrigo José Ramalho, que acompanha o menino desde sua internação, afirma que o transplante permitirá que Luan tenha uma vida mais próxima da normalidade. "O risco de ele ter rejeição existe, mas as chances são pequenas, sobretudo porque recebeu o órgão da mãe. Como ainda é criança, o rim vai se adaptar ao organismo", explica o nefrologista. "A mãe também será acompanhada pela equipe da nefrologia, já que estará com um único rim no corpo e não poderá ter qualquer problema renal", completa Ramalho.
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